Escrita de viagens: apura os teus sentidos, explora o Mundo com outra intensidade.

São Félix da Marinha - Espinho (Portugal)

300€/Pessoa - 10 vagas

Tens o secreto sonho de escrever sobre as tuas viagens? Gostarias de as publicar numa revista e não sabes como? Escrever mais a ‘sério’ é uma ideia interessante que nunca te passou pela cabeça? Nem te atreves a fazê-lo, pois escreves com o pé esquerdo?
Bom, seja qual for a resposta, ou o teu nível de escrita, não faltam (ótimos) motivos para fazeres parte deste grupo que vai ‘respirar’ viagens. Sobretudo trabalhar a forma de as transmitirmos em textos envolventes, cativantes.
Aprimorar as tuas aptidões de escrita vai ensinar-te a observar diferente. A interagir de modo distinto. A procurar e a questionar com todos os teus sentidos. A transformar uma viagem/experiência pessoal num registo estimulante para qualquer leitor.
Não precisas de ser aspirante a escritor (isso exige outra metodologia e profundidade), mas podes valorizar-te, escrevendo melhor com os conhecimentos que já tens.
Além de ganhares qualidades de escrita, e de fazeres novos amigos, tornar-te-ás mais “desperto/a e atento/a” ao que te rodeia, ao Mundo. E, certamente, serás um/a melhor viajante. Aceitas o desafio?

PROGRAMA DO RETIRO

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O facilitador do retiro

Pessoas. Na verdade, pessoas, culturas e histórias. E o lado ‘B’ do Mundo: os destinos menos explorados, menos desejados, logo menos turísticos. Os mais autênticos.

Rui Barbosa Batista é jornalista de profissão, escritor, blogger e líder de viagens por paixão. Vice-presidente da ABVP (Associação de Bloggers de Viagem Portugueses), tem no seu currículo a exploração de mais de 100 países, em jornadas repletas de peripécias partilhadas no seu livro “BORNFREEE – O Mundo é uma Aventura”, com crónicas que nos levam a mais de 50 nações. Das suas viagens, ao ritmo do improviso, resultaram artigos temas de capa na Volta ao Mundo e Fugas, do Público.

Viaja pela indomável vontade de explorar, pela necessidade de mergulhar no desconhecido. De alimentar a alma com estímulos. E manter os pés na terra, enquanto a cabeça ciranda pela lua. O que o apaixona verdadeiramente são as pessoas e tudo o que (ainda) não conhece.